deslizando montanhas de ideias /
às vezes profundas /
às vezes banais /
sempre caóticas
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
A viola que partiu
Nessas horas em que não sinto, em dormir, vontade
e que se desaconchega minha alma idiossincrática.
No meu peito, sinto falta da serena intensidade
- da voz e do corpo - da minha guitarra clássica...
és um poeta amigo!
ResponderExcluirMônica Silva